Reconstruir também significa prevenir. O Rio Grande do Sul precisa combinar resposta rápida, planejamento urbano, proteção de serviços essenciais e preparação para novos eventos extremos.
Municípios, comunidades atingidas, universidades, Defesa Civil e setores produtivos devem participar da definição de prioridades.
No mandato federal, Mateus pretende atuar em orçamento, fiscalização e articulação para fortalecer prevenção, adaptação e recuperação.
O desafio
Eventos extremos expõem diferenças de capacidade entre municípios, interrupções de serviços e dificuldade para acompanhar prioridades e recursos ao longo da reconstrução.
Por que isso importa no Rio Grande do Sul
No Rio Grande do Sul, resposta emergencial, prevenção e adaptação precisam ser tratadas como partes do mesmo ciclo, com critérios públicos para territórios que enfrentam riscos diferentes.
O que este eixo reúne
- prevenção e preparação para eventos extremos
- transparência sobre prioridades e recursos
- cooperação entre União, Estado e municípios
O que pode caber ao mandato federal
O mandato federal pode atuar na legislação, no orçamento, na fiscalização de políticas e recursos da União e na articulação com órgãos federais. Isso não substitui atribuições estaduais ou municipais.
Indicadores para acompanhar resultados
- mapas públicos de risco e recorrência de eventos extremos
- execução de recursos federais por território e finalidade
- indicadores de continuidade de serviços e recuperação
Próximos passos
- 01
Quais critérios públicos devem orientar prioridades territoriais?
- 02
Como acompanhar recursos federais e resultados ao longo do tempo?
- 03
Quais medidas combinam resposta, prevenção e adaptação?
Compromissos deste eixo
- Prevenção orientada por evidências
- Transparência sobre prioridades e recursos
- Cooperação entre municípios, Estado e União
Este eixo será desenvolvido com escuta regional, responsabilidade e acompanhamento público. Para conhecer os canais da campanha, veja Participe.
