Quem vive no interior não pode depender de longos deslocamentos para receber atendimento especializado.
A proposta defende redes regionais fortalecidas, apoio a hospitais, Santas Casas e serviços do SUS mais próximos das pessoas.
O mandato federal pode atuar no orçamento, na fiscalização e na articulação de políticas nacionais de saúde.
O desafio
Moradores do interior ainda percorrem longas distâncias para atendimentos especializados, enquanto redes regionais enfrentam pressões diferentes de financiamento e capacidade.
Por que isso importa no Rio Grande do Sul
A organização regional do SUS afeta tempo de diagnóstico, continuidade do cuidado e sustentabilidade de hospitais filantrópicos e Santas Casas.
O que este eixo reúne
- acesso regional e deslocamentos para atendimento
- SUS, hospitais filantrópicos e Santas Casas
- proteção de dados e escuta técnica
O que pode caber ao mandato federal
Deputados federais podem legislar, fiscalizar políticas nacionais, debater o orçamento e destinar emendas dentro das regras aplicáveis. A gestão direta dos serviços permanece distribuída entre os entes do SUS.
Indicadores para acompanhar resultados
- filas e deslocamentos por especialidade e região
- capacidade instalada e cobertura assistencial
- financiamento federal e resultados publicados sem dados pessoais
Próximos passos
- 01
Onde estão as maiores barreiras regionais de acesso?
- 02
Como tornar critérios de financiamento e acompanhamento mais claros?
- 03
Que resultados públicos devem ser monitorados sem expor pacientes?
Compromissos deste eixo
- Acesso regional
- Respeito ao SUS
- Proteção de dados pessoais
Este eixo será desenvolvido com escuta regional, responsabilidade e acompanhamento público. Para conhecer os canais da campanha, veja Participe.
