Quem viveu enchente, deslizamento ou estrada cortada sabe que reconstruir não termina quando a água baixa. O estado precisa de prevenção, manutenção e resposta rápida no dia seguinte.
A prioridade é tratar reconstrução como política permanente: proteção de serviços essenciais, planejamento urbano e cooperação entre municípios, Estado e União.
No Congresso, o trabalho pode envolver orçamento, fiscalização e articulação para que o interior não fique por último. O eixo de reconstrução explica o caminho.
